
Neste diálogo, reencontro Waldemar Falcão para uma conversa que começa olhando para o céu e rapidamente desce para aquilo que estamos vivendo aqui na Terra. Astrólogo, músico, compositor e pesquisador da espiritualidade, Waldemar lê o momento atual como parte de uma transformação muito maior. Falamos das configurações astrológicas de 2026 e 2027, do esgotamento de modelos políticos, sociais e culturais e da sensação de estarmos atravessando uma espécie de mudança de software da civilização. Mas a conversa vai muito além da astrologia. Falamos sobre as novas gerações e sua relação mais natural com a arte, a diversidade e outras formas de percepção; sobre a potência dos encontros que nos tiram do lugar conhecido; e sobre a necessidade de recuperar linguagens que nossa cultura excessivamente racional talvez tenha deixado de lado. Waldemar também compartilha histórias marcantes de sua convivência com médiuns e paranormais, especialmente Dona Célia do Carmo, personagem central de seu livro Encontros com Médiuns Notáveis, e antecipa a preparação de um segundo volume dedicado a uma nova geração. Em determinado momento surge uma frase que talvez sintetize boa parte da nossa conversa: “a nossa religião é o outro.” Num tempo marcado pela polarização e pela dificuldade de conviver com quem pensa diferente, Waldemar nos lembra que o outro não precisa ser nosso inimigo. Pode ser justamente aquele que nos oferece um ponto de vista que não conseguimos alcançar sozinhos. Uma conversa sobre astrologia, espiritualidade, arte e transformação — mas, sobretudo, sobre a possibilidade de permanecermos curiosos e abertos enquanto um mundo termina e outro começa a nascer. — GePeTo To hear more, visit maucuri.substack.com