
Eu não faço amor, faço poesia; a luxúria é vazia para quem mergulhou na dor e hoje tem vício de viver; sou distante, dessas noites o destino me priva, não consigo entreter, me conectar; o momento ofegante fica à deriva, insiste em se dissipar, não chega ao flerte, não entra no quarto, não deixa a roupa no tapete, não sobe na cama; para mim tudo é um parto, toda gente me desama sem antes me provar Só perco o sono até mais tarde, perdido no meu pensar; achei que diante do fogo eu fosse covarde, mas eu tenho é muita vontade de amar Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.