
Malditos versos, nunca acabam, sempre mais uma linha a digitar, sempre mais um motivo a fazer reclamar os meus dedos cansados, mas que malcriação minha, chamá-los desgraçados, são uma benção, que não acabem nunca, que passem por cima de mim e durem muito mais que eu, quero ser velado coberto de poesias, morrer pela literatura e não por amor, como fez Romeu Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.