
"Há um cansaço da inteligência abstracta, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma." Bernardo Soares (Fernando Pessoa) O termo Síndrome do Impostor surgiu em 1978, resultado dos estudos da professora de psicologia Pauline Clance e da psicóloga Suzanne Imes. A síndrome refere-se àquelas pessoas que atribuem os seus sucessos e conquistas a frutos do acaso, sorte, rede de contatos, ao charme e até mesmo a habilidade de se apresentarem melhores do que são, ou seja, tem dificuldades de aceitar seus talentos e capacidade de realização. A régua com que medem a si é pouco realista e usam essa mesma régua para se punir por não atingir esses resultados humanamente inalcançáveis. Não se trata de falsa humildade e sim um sentimento de fraude. Vivem em constante medo de serem descobertos e que não conseguiram atingir as próprias expectativas e claro a dos outros. Esta semana o Podcast Ato Falho continua a conversa de semana passada. Se você ainda não ouviu o episódio #09, volta lá e ouve o começo dessa conversa. Esta semana você escuta o Falhei, Tá Falhado e Não se Falha Mais Nisso e o Terapia de Grupo. No Terapia de Grupo: 📽️ Filme: Um Senhor Estagiário 📺 Série: Mad Men (Don Draper e Peggy) 📽️ Filme: Nappily Ever After 📺 Série: Community (S01 e 19) 📽️Documentário: Minha História - Michelle Obama; 📚Livro: Gisele Bündchen - Aprendizados: Minha caminhada para uma vida com mais significado 📚Livro: Manfred F. R. Kets de Vries - Reflexões Sobre o Caráter e Liderança