
No episódio de hoje do BBCast Agro, Pedro Custódio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão. O encerramento da terceira safra, os estoques restritos, a oferta das principais variedades e os riscos climáticos para a safra 2026/27 estão entre os principais pontos de atenção do mercado. Destaques do episódio: 🌱 Terceira safra: a colheita avança para o encerramento, com destaque para o Cerrado, Mato Grosso e Bahia. A Conab estima produção de aproximadamente 666,2 mil toneladas, alta de 0,4% em relação à safra anterior. 📊 Oferta nacional: a produção de feijão na safra 2025/26 está estimada em 2,95 milhões de toneladas, redução de 3,6% em relação ao ano passado. 📦 Estoques: os estoques finais são estimados em apenas 98,1 mil toneladas, patamar considerado restrito para o histórico do mercado brasileiro. 🫘 Feijão-preto: a produção da primeira e da segunda safra apresentou quedas expressivas, de 38% e 42,9%, respectivamente, reduzindo a disponibilidade da variedade no mercado nacional. 💵 Preços: a menor disponibilidade do produto contribuiu para a valorização das cotações e reforça a percepção de oferta mais ajustada durante a transição para a safra 2026/27. 🌦️ Clima: a expectativa de ocorrência do El Niño aumenta o risco climático para a próxima safra, especialmente para o feijão de primeira safra cultivado no Sul. O possível aumento da área plantada pode ser parcialmente compensado por uma produtividade menor em regiões afetadas pelo fenômeno. 🏦 Crédito: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio e investimento para a cultura do feijão, com prazos e condições adequados às necessidades do produtor. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! 👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br