
No episódio de hoje do BBCast Agro, Pedro Augusto Custódio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do mercado de feijão. A redução da área plantada, as adversidades climáticas e a quebra de safra em importantes regiões produtoras impactaram a oferta e movimentaram os preços ao longo de 2026. Destaques do episódio: 🌱 Produção em queda: a safra brasileira de feijão 2026 enfrenta restrição de oferta, com produção estimada em 763 mil toneladas, redução de 15,7% em relação à safra anterior. 📉 Feijão preto é o mais afetado: a segunda safra registrou queda de 41,4% na produção, refletindo a redução de área cultivada e os problemas climáticos no Paraná, principal estado produtor. 🌦️ Clima impacta qualidade e produtividade: geadas, excesso de chuvas e atrasos na colheita comprometeram tanto o volume quanto a qualidade dos grãos colhidos. 💰 Preços dispararam no primeiro semestre: o feijão cores especial atingiu R$ 480,00 por saca de 60 kg em maio, impulsionado pela escassez de produto com padrão comercial exigido pelo mercado. 📊 Mercado passa por ajuste: com o avanço da colheita e maior disponibilidade física, os preços recuaram para a faixa entre R$ 340,00 e R$ 380,00 por saca. ⚫ Feijão preto segue monitorado: apesar da menor demanda, a forte redução de área cultivada e as perdas produtivas mantêm o mercado atento ao comportamento da oferta nos próximos meses. 🏦 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de custeio e investimento para apoiar a produção de feijão, com condições adequadas às necessidades do setor. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! 👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br