
No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho, com destaque para os estoques norte-americanos, o avanço da colheita nos Estados Unidos, o relatório de oferta e demanda do USDA e o andamento do plantio da primeira safra no Brasil. Destaques do episódio: 🌽 Chicago: Os futuros do milho iniciaram outubro sob pressão após o relatório trimestral de estoques do USDA apontar volumes acima das expectativas. O contrato dezembro/26 encerrou 7 de outubro a US$ 5,02 por bushel.🇺🇸 Colheita nos EUA: O avanço da colheita aumenta a disponibilidade do grão no mercado norte-americano. Em 5 de outubro, 23% da área já havia sido colhida. 📊 USDA: O relatório de oferta e demanda mundial de grãos, divulgado em 9 de outubro, pode trazer volatilidade às cotações, especialmente diante de possíveis revisões na produção norte-americana da safra 2026/27. 🌱 Plantio no Brasil: Segundo a Conab, 30,8% da área estimada de milho primeira safra já havia sido semeada em 5 de outubro. O Rio Grande do Sul liderava, com 78%, seguido por Paraná, com 72%, e Santa Catarina, com 65%. 💰 Mercado brasileiro: As cotações na B3 e no mercado físico acompanharam a queda internacional. O dólar mais fraco, o ritmo mais lento das exportações e a maior concorrência com milho dos Estados Unidos e da Argentina contribuíram para a pressão sobre os preços. 📉 Preços: O indicador Cepea/B3 encerrou 7 de outubro em R$ 67,24 por saca, acumulando variação mensal negativa de 2,08%. 🛡️ Proteção: O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) para proteção contra oscilações de preços e preservação das margens. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima! 👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br