
Um pedaço de um animal pode continuar vivo por anos depois de ser separado do corpo? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como um estudo publicado na revista Science Advances revelou tecidos de um pepino-do-mar capazes de cicatrizar, absorver nutrientes, reorganizar suas estruturas e sobreviver por mais de três anos fora do organismo original. Uma descoberta que desafia nossas ideias sobre regeneração, envelhecimento e até mesmo sobre o que significa estar vivo. Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda) Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche) e Caio de Santis (@caiodesantis) Editora: Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Emilio Garcia (@emilioblablalogia) Caio de Santis (@caiodesantis), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), BláBláLogia Produções (@blablalogia) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora) Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros) REFERÊNCIA JOBSON, S.; MONTGOMERY, E. M.; HAMEL, J.-F.; SIPLER, R. E.; MERCIER, A. Natural tissue immortality: Indefinite survival of sea cucumber explants. Science Advances, v. 12, eabeb1394, 27 maio 2026.