Ele nasceu numa cidadezinha com ares medievais. Uma muralha circunda a cidade de onde se vê inúmeras torres e um campanário. Marostica é o nome do lugar localizado ao norte da Itália. Lá, ele viveu até os 16 anos, e daquele tempo, carrega na memória o cheiro de mato e as caminhadas que fazia com a mãe, dona Giuseppina, até o alto das colinas, onde ia juntando conchinhas pelo caminho. Aliás, dona Giuseppina e o pai, seu Antonio, foram, ao longo da infância e da adolescência do garoto, exemplos de serviço ao próximo, de doação de tempo e de amor. O primeiro contato do Padre Paolo Parise com o Brasil foi através de alguns seminaristas brasileiros que conheceu na Itália. Leonardo e Heitor se destacavam pela catimba no futebol. Mas mesmo não sendo tão habilidoso com a bola como os dois, o padre iniciava ali uma relação com o Brasil e os brasileiros que já dura quase 30 anos. Venha conhecer a história do padre que acolhe os refugiados desde os tempos em que atuava na Alemanha.