
CAT_ Os Cigarros Eletrônicos podem reverter as conquistas planetárias sobre o fumo O esforço brasileiro e planetário precisa continuar focando na proteção de crianças, adolescentes e adultos jovens, focando em evitar o nicotinismo _ a dependência química no alcaloide extraído das folhas da planta Nicotiana tabacum (tabaco). Para a Organização Mundial da Saúde, o uso de tabaco é o maior problema de saúde pública dos terráqueos, pois, ainda há 1,3 bilhão de dependentes químicos, psíquicos e comportamentais dos mais diversos produtos de tabaco, mais de 160 milhões de adoentados graves e 8,2 milhões de mortes anuais atribuíveis ao nicotinismo. Planeta afora, 90% dos fumantes iniciaram-se antes de completada a adolescência e 95% antes de completados os 21 anos. Os cigarros eletrônicos não podem reduzir a pó, décadas de trabalho de conscientização da população brasileira sobre os riscos do tabagismo. O novo embuste industrial tem, entretanto, este poder. As estratégias de marketing da indústria, a precariedade da fiscalização governamental sobre pontos de venda (formais, por ambulantes e via internet), a cumplicidade de parlamentares e formadores de opinião, a insensibilidade do setor educação e das lideranças estudantis, e o desinteresse da mídia no tema, podem sim fazer ruir todo o arcabouço construído para prevenir a experimentação da droga nicotina pelos jovens e para estimular os usuários dependentes rumo à cessação do uso.