
Em um curto espaço de tempo, jogadores de cinco clubes brasileiros - Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Fortaleza e Bragantino - foram alvos de racismo durante partidas da Copa Libertadores da América. Um caso já seria digno de total repúdio, mas as ocorrências reiteradas tornaram o quadro revoltante, visto que os agressores parecem livres para cometer tal violência impunemente. Punição é o caminho mais rápido. Educação é o mais longo, difícil e importante. CBF e CONMEBOL divulgaram notas com reprimendas. A entidade do futebol sulamericano prometeu mudanças profundas. Será?