
Vamos discorrer em uma temática que parece óbvio, mas não é... Existimos enquanto profissionais da educação porque na escola tem aluno, caso contrário, não existiríamos. Nesse sentido, pensar a organização da educação é emergir no cotidiano escolar. O que ocorre hoje é que inúmeros personagens acadêmicos, midiáticos e os tidos gurus da educação propõem soluções idealizadas para outra época sobre a égide de outros fundamentos que não os atuais nas escolas, ou seja, sem sustentação. Essa visão é o que permeia pelas Secretarias de Educação e no Ministério da Educação, em que esses personagens influenciam a estrutura organizacional das escolas no país. Enquanto a lógica da política pública da educação deva ser estabelecida a partir das necessidades educacionais da sociedade que a demanda, só será efetivada no ato de ensinar na sala de aula por meio da relação professor-aluno. Portanto, é na estrutura organizacional escolar que encontramos alguns dos atores mais importantes do processo educacional: alunos, profissionais da educação e pais-responsáveis, ou seja, a Sociedade e a Escola. No encontro desses atores nos dias de hoje, observa-se um destoar de interesse entre eles, que a organização escola sente dificuldades em equacionar. Tudo isso em mais um intrigante aspecto do Contexto Educacional Se tiver alguma dúvida, sugestão de algum tema e comentário, mande um e-mail para “Contexto Educacional Responde”, contextoeducacionalresponde@gmail.com