
Marcas de batom Fecho os olhos, abro a alma Vejo a cor do teu batom Sinto o gosto que me acalma Suave, doce, o teu tom Discreto, leve, aconchegante Apazígua o meu viver Deixa marcas num instante De ternura e de prazer Canto terno de sereia Inebriante desengano Enredando em uma teia Teu encanto tão profano Causa morte, causa dor, Desespero e alegria Num momento de torpor Te encontrei, mas não queria. (Afonso Celso) Gostou do poema? Acesse: www.afonsocelso.com