
📰 *Criteria Macro | Thiago Pedroso CFP®️* 🇺🇸 Balança comercial de junho sai às 9:30. ■ Relatório Jolts sai às 11:00. ■ Livro bege sai às 15:00. ■ Ontem mercado voltou a precificar em quase 40% a chance de um corte de 0,5% na taxa de juros americana na próxima reunião do FOMC. ■ O PMI industrial medido pelo ISM acionou o gatilho após vir em 47,2pts, pouco abaixo dos 47.5 esperado...depois o PMI industrial medido pela S&P mostrou queda para 47,9pts em agosto, também pouco abaixo dos 48 esperados, e para completar os investimentos em construção caíram 0,3% em julho, enquanto mercado esperava 0,2%. ■ As empresas techs foram as mais penalizadas, com destaque para o segmento de semicondutores...a Nvidia caiu 10% e perdeu 279bi de valor de mercado, a maior descapitalizacão da história. ■ Nasdaq cedeu 3,26% e o S&P 2,11%. 💶 Na zona do euro saiu há pouco o PPI com queda de 2,1%, abaixo dos 2,5% de queda esperado. 🇨🇳 Na China, leitura final do PMI de serviços veio com queda para 51,6pts em agosto, de 52,1pts em julho. ■ Minério de ferro caiu 3,09% em dalian nessa madrugada. 🇧🇷 Haddad concede entrevista ao Globo News ás 8:30. ■ Produção industrial de julho sai às 9:00, com expectativa de queda de 0,9%. ■ Dado semanal de fluxo cambial sai às 14:30. ■ Ontem o dado do PIB mostrou uma economia muito mais forte do que as expectativas do mercado...com alta de 1,4%, superou de longe as projeções de 0,9%, além de uma revisão do crescimento do 1° Tri de 0,8% para 1%. ■ Do ponto de vista positivo, a atividade econômica continua forte, com mercado revisando o crescimento econômico para esse ano próximo a 3%. ■ Do ponto de vista negativo, a chance de aumento dos juros subiu ainda mais, batendo 80% de chance na curva a termo uma alta de 0,5% na próxima reunião. ■ O IBOVESPA até que segurou bem dado todo stress lá fora...no fim do dia o índice fechou com queda de 0,41% ■ Além do PIB forte e do início do ciclo de queda nos EUA, a expectativa da temporada de balanço para o 3° Tri está bastante positiva...o gringo aportou 10bi em agosto. ■ O dólar subiu acompanhando movimento global, batendo R$5,6404 após subir 0,46%.