
Em seu paradigmático discurso "A Verdade é uma Terra Sem Caminhos" proferido em 1929, Krishnamurti desafia todas as convenções e expectativas ao dissolver a Ordem da Estrela, da qual seria a figura central, e mais esperada. Seu pronunciamento permanece mais atual do que nunca, e me marca e emociona cada vez que o leio. A coragem e lucidez de um homem de 34 anos que, na cerimonia em que seria declarado o “instrutor do mundo”, toma a palavra e proclama a dissolução da ordem afirmando que a verdade não pode ser organizada, ela é incondicional e inacessível por qualquer caminho religioso ou seitas. Ele critica ainda a dependência humana em organizações e intermediários religiosos como meio de obter segurança espiritual, sob pena de sufocar a liberdade e a autêntica busca pessoal. Ao rejeitar a autoridade outorgada a ele, Krishnamurti também dá um exemplo de independência de pensamento, coragem e fibra intelectual. Seu discurso permanece um poderoso alerta às armadilhas espirituais e religiosas e, por esta razão, eu dedico esse espaço a ele. 📄 LEIA O ARTIGO COMPLETO NO SITE: gurusangatkaur.com