
Por mais tranquilo que você seja, é possível que já tenha sentido raiva de alguém, afinal, todos somos pecadores. Sentimos raiva pela palavra que nos ofendeu, por não sermos compreendidos, pelo julgamento precipitado, pela falta de cumplicidade, pelo amor não correspondido, pelo tratamento áspero, pela nossa vontade que não foi atendida, e por muitas outras causas e possibilidades. O maior perigo da raiva ao meu ver, é que ela é um sentimento que se alimenta de mais raiva. Por isso, a raiva deve ser instantaneamente cortada ao primeiro sinal de existência. Veja o que o Salmo 37 no verso 8 nos diz: "Deixe a ira, abandone o furor; não se irrite; certamente isso acabará mal." O salmista é direto ao dizer que a raiva e todos os seus sintomas devem ser abandonados. Se isso não acontecer, o resultado não será bom. Libertar-se da raiva não é um processo complicado. Basta assumir quem somos. Se você é um discípulo de Jesus, seu coração foi transformado. A raiva não faz parte de sua vida. Abra mão de tal sentimento. Se você não é um discípulo de Jesus, não conseguirá sozinho. A primeira coisa é ser transformado por Cristo.