
A 4ª temporada do Diversiarte chegou com uma conversa provocadora com Shirley Menezes (@shirleyrmenezes), mulher preta, LGBTQIA+ e com deficiência, psicóloga no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Taubaté e consultora em diversidade e inclusão, sobre acessibilidade e o movimento civil pelos direitos da pessoa com deficiência. "Crip Camp: Revolução pela Inclusão", documentário de 2020 indicado ao Oscar e dirigido por James Lebrecht e Nicole Newham, sobre um acampamento de férias para jovens com deficiência na década de 70. O filme conta como esse acampamento ofereceu uma experiência de pertencimento e inclusão tão potente que formou a próxima geração de ativistas pelos direitos da pessoa com deficiência e culminou na conquista do ADA (Lei estadunidense de acessibilidade e direitos da pessoa com deficiência) E no Brasil? Por que sabemos tão pouco sobre o movimento civil pelos direitos da pessoa com deficiência e suas principais lideranças? Como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) funciona (ou não funciona) na prática? Como funcionam as escolas especiais e o ensino regular? Como a falta de acessibilidade no sistema educacional perpetua a exclusão no mercado de trabalho? Por que há poucos estudos sobre a vida emocional, psíquica e afetiva de sujeitos com deficiência? Dicas do episódio: Shirley: Filme “37 segundos”, de Hikari, série “Crisálida”, de Serginho Melo, Laine Milan e Alessandra da Rosa Pinho e livro “Psicologia e deficiências: perspectivas contemporâneas”, de Diego Rodrigues Silva. Pedro: Filme "Uma razão para viver", de Andy Serkis. Eduardo: Filme "O som do silêncio", de Darius Marder, curta "Audible”, de Matthew Ogens, e comediante Tatá Mendonça (@ceganacomedia) Links: Instituto Diversidade: https://www.institutodiversidade.com.br Página IMDB de “Crip Camp: Revolução pela Inclusão”