
No episódio de encerramento da temporada 4, conversamos sobre ditaduras e o aclamado filme “Ainda estou aqui”, adaptação do romance biográfico de Marcelo Rubens Paiva. Aposta do Brasil para o Oscar 2025, o filme retrata os horrores da ditadura militar que governou o país de 1964 a 1985, por meio dos acontecimentos e incertezas que envolvem a família de Eunice Paiva, interpretada brilhantemente por Fernanda Torres. Como o filme explora o tema da memória (individual, familiar e coletiva) em relação a um período tão violento da História brasileira? Como ele dialoga com o atual momento em tantas nações, em que se observa a ascensão, pela via democrática, de políticos com projetos abertamente antidemocráticos? Qual é a intenção e o impacto de se escolher uma família da elite econômica como sujeitos dessa história? “Ainda estou aqui” e Fernanda Torres têm chances de levar o Oscar? Isso importa? Dicas do episódio: Pedro: Filme “Argentina, 1985”, de Santiago Mitre, e livro “O conto da aia”, de Margareth Atwood Eduardo: Filmes “Desaparecido: um grande mistério”, de Costa-Gravas, e “A vida dos outros”, de Florian von Donnersmarck Links: Instituto Diversidade: https://www.institutodiversidade.com.br Página IMDB de “Ainda estou aqui” Coluna de Milly Lacombe na Uol: “Ainda Estou Aqui” não é sobre a ditadura; é sobre a família” Diversiarte Podcast: Episódios relacionados #15: Democracia e distopias