
Desde as personagens Debbie Novotny de "Queer as Folk" (2000) e Hanna Fabre de "Minha vida em cor de rosa" (1997), a sétima arte produziu alguns filmes muito interessantes sobre a relação entre mães e suas filhas, filhos e filhes LGBT+. Dos olhares intimistas de "Tomboy" e "Girl" ao politicamente engajado "Growing up Coy", passando pelo criticado "Meu nome é Ray" e os dramáticos "Orações para Bobby" e "Boy Erased: Uma verdade anulada". Neste episódio vamos conversar com Mirian De Biasi, da ONG "Mães pela Diversidade", e sua filha Alice de Biasi, professora de português, sobre algumas das temáticas que esses filmes levantam: os laços de amor que unem famílias, o processo de "saída do armário" e os lutos e angústias das mães de crianças, jovens e adultos crescendo em uma sociedade LGBTfóbica. Vamos ainda conhecer o belo trabalho realizado pelo "Mães pela Diversidade", tanto no acompanhamento de familiares que estão aprendendo a apoiar seus filhes LGBT+, quanto na luta política para que tenham direitos plenos e iguais na sociedade brasileira. Por fim, vamos abordar o papel da escola no fomento a uma cultura de inclusão e a representatividade de professores abertamente LGBT+. Nota: Em 2022, Alice realizou sua transição de gênero e passou a ser reconhecida por esse nome. No momento da gravação e postagem do episódio, ela ainda utilizava o nome de nascimento. Links: Curso "Diversidade e Inclusão Organizacional" (10% de desconto com o cupom DIVERSIARTE): https://www.institutodiversidade.com.br/curso-on-line Mães pela Diversidade: https://www.facebook.com/MaespelaDiversidade/ https://maespeladiversidade.org.br/