
O que eu faço nos meus dias difíceis Todo mundo tem dias difíceis. Mas dias difíceis não são o problema. O problema é quem assume o comando nesses dias. Quando algo aperta, o Corpo de Dor acorda. Ele quer açúcar, excessos, fuga. Quer bagunça no sono. Quer reclamação. Quer resistência. Porque resistência alimenta o sofrimento. Então eu faço o oposto. Eu cuido do meu corpo. Eu descanso. Eu me movimento. Eu escolho não reclamar. E, principalmente, eu aceito. Aceitar não é concordar. Aceitar é parar de brigar com a realidade. E quando a briga acaba, o sistema nervoso se acalma. Eu não visto máscaras. Nem da abandonada. Nem da rejeitada. Nem da injustiçada. Nem da vítima. Nem da traída. Eu olho para a situação e faço uma pergunta simples: “O que de melhor eu tenho para oferecer agora?” Se existe solução, eu ajo. Se não existe, eu escuto. Porque toda dor que insiste, está tentando ensinar algo que ainda não foi visto. Silenciar o Corpo de Dor não é virar alguém perfeito. É parar de deixar uma parte ferida decidir a sua vida. E isso muda tudo. O jeito com que você pensa. O jeito com que você sente. O jeito com que você vive. ✨Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor” ou sobre consulta (processo terapêutico), clique no link 💖 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo