
Quem tem mais chance de se tornar seguro: ansioso ou evitativo? Isso pode te surpreender. Mas o ansioso tem mais chance de se tornar seguro do que o evitativo. E não é porque ele sofre menos. É justamente porque ele sofre mais. O evitativo costuma ser econômico nas emoções. E confunde distância com segurança. Mas fugir da dor não é segurança. É indisponibilidade emocional. O ansioso sente. Muito. Quando tenta se aproximar e não encontra resposta, dói. E é nessa dor que algo importante acontece. O ansioso começa a se perguntar: “O que está acontecendo comigo?” “Por que eu perco o controle?” “Por que eu me abandono?” Essas perguntas abrem caminho. Para consciência. Para ajuda. Para autorregulação. Na neurociência, segurança não nasce da ausência de emoção. Nasce da capacidade de regular o próprio sistema nervoso. Quem busca ajuda aprende algo essencial: Você não controla o outro. Mas pode aprender a se controlar. E quando isso acontece, a ansiedade diminui. A autoconfiança cresce. E a segurança começa a se construir de dentro para fora. Talvez você não mude o evitativo. Mas pode mudar a sua relação com você. E isso muda tudo. Se você quer entender qual é o seu tipo de apego e aprender a caminhar para um lugar de mais segurança emocional, o meu canal de assinatura pode te ajudar. ✨Para mais informações sobre a assinatura “Descubra o Seu Tipo de Apego”, clique no link . 💖 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo