
Se a pessoa “Dedo Podre” fosse falar, ela diria isso. Você não tem dedo podre. Você tem padrão. “Eu só me interesso por quem não pode ficar.” Ou a pessoa é casada. Ou é confusa. Ou está em um processo de separação eterno. Ou a pessoa é focada demais na carreira. E quando aparece alguém disponível? Você acha a pessoa sem graça. Você chama isso de azar. Eu chamo de padrão emocional. A neurociência explica o porquê disso. O seu sistema nervoso aprende desde cedo como que o amor “funciona”. Se lá atrás, na sua infância, o amor veio com dúvida, distância, espera… O seu corpo registra isso como sendo algo familiar. E o que é familiar, é aceito com mais facilidade pelo seu cérebro, e parece ser química. Mas não é química. É reconhecimento de padrão. A pessoa disponível não ativa adrenalina. Ela gera calma, pois você não irá precisar lutar para ficar com ela. E calma, pra quem aprendeu amor com tensão, com luta, parece tédio. Não estou aqui para te culpar. E sim para te conscientizar. Você não é dedo podre. Você apenas repete o que aprendeu. E o seu padrão só muda quando vira consciência. Enquanto você chamar de azar, Ele vai continuar se repetindo. Quando você entender o Corpo de Dor por trás disso, a chave vira. No “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor” eu ensino como quebrar esse ciclo e construir um novo padrão de relacionamento. Porque amor saudável não dá frio na barriga. Ele dá paz. ✨Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link . 💖 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo