
Somos cegos do amor Somos treinados a procurar pelo amor. Mas quase nunca a reconhecer o amor. Às vezes, o amor chega cedo. Arruma a casa. Cuida do seu descanso. Fica. Constrói. Mas não fala. E quando a nossa linguagem de amor é palavra, o silêncio vira ameaça. O cérebro do apego ansioso não pergunta: “o que ele faz por mim?” Ele pergunta: “e se ele for embora?” A neurociência explica. Quando já existiu abandono lá atrás, qualquer sinal neutro vira perigo. E aí acontece a cegueira do amor. Você enxerga a ausência do elogio, mas não vê a presença diária. Você escuta uma frase solta e ignora anos de comportamento. Amor não é só o que se diz. Nem só o que se faz. Amor precisa ser traduzido. Relacionamentos não acabam por falta de amor. Eles se desgastam por falta de leitura emocional. E quase todo mundo, em algum momento, fica cego do amor. Se esse texto te atravessou, talvez seja hora de olhar de novo. Com mais presença. E menos medo. 💬 Comenta aqui: você sente amor mais por palavras ou por atitudes? ✨Para mais informações sobre o e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?” clique no link 💖 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo