
O episódio de hoje soa mais como um grito que estava preso na minha garganta e que pedia para ser soltado. Não é possível um dia sequer acordar sem ler algo sobre violência contra mulheres. Não temos diretos sobre os nossos corpos, sobre a roupa que vestimos, sobre as nossas escolhas, sobre os nossos corpos outra vez. Eu choro um choro coletivo e escolho não me calar mais.