
No início do século 20, o poeta Rainer Maria Rilke se corresponde com o jovem Franz Kappus, que deseja tornar-se um também. Nesta carta, Rilke tem 29 anos e fala principalmente sobre a necessidade de transformar a incerteza em saber, em crítica. Exigir provas dela. Testá-la. E aconselha: “Toda a intensificação é boa, caso esteja em todo o seu sangue, caso não seja embriaguez nem obscuridade, mas alegria da qual se enxerga o fundo.”