
O que explica o fato de nosso maior objetivo nunca sair como desejamos ou, quem sabe, nem se tornar real, mesmo se conduzido de um jeito "certinho", "cronometrado", "engravatado", e pensado passo a passo nos mínimos detalhes? Oras. Talvez a resposta dessa problemática esteja justamente na pergunta. Afinal, temos a inconsciente mania de sempre percorrer um caminho já pré-estabelecido pela sociedade sem qualquer desvio ou questionamento, buscando seguir um tutorial criado por terceiros de acordo com a vivência que ELES tiveram e que agora julgam como sendo a verdade absoluta para uma completa realização lá na frente. Resumindo: fazemos sempre o que todos os que já obtiveram seus êxitos fazem, e ponto. Não damos nossa cara ao nosso próprio sonho e talvez por isso não conseguimos concretizá-los integralmente da forma com que foram vislumbrados por nós mesmos. E sonho, ao contrário do que muitos pensam, não é receita de bolo. Mais do que pessoal e intransferível, a customização do objetivo é indispensável. Repare que, geralmente fugimos do "arriscar", não enfrentamos os receios com afinco, e evitamos com firmeza dividir uma xícara de chá com o que entendemos por desconhecido. O motivo? Bom, estes são lugares que (abre aspas) nada vão acrescentar de forma positiva em nossa busca pelo sucesso-barra-felicidade e, claro, são moradias defasadas e já apelidadas como "berços do fracasso", então, devemos nos manter o mais longe possível destes pontos fora da curva (fecha aspas) Certo? Não, não. Errado! (CONTINUAÇÃO DO PENSAMENTO NO ÁUDIO) | [ SIGA/CURTA NAS REDES SOCIAIS ] Facebook: http://www.facebook.com/fernandoguifer | Instagram: http://www.instagram.com/fernandoguifer | Twitter: http://www.twitter.com/fernandoguifer | Blog oficial: http://www.fernandoguifer.com.br