
As manchetes falam em “policiais envolvidos com o PCC trocam socos na prisão”. A frase é tão surreal que podia sair da pena de um comediógrafo. Mas é real, contundente, vulcânica. Não se trata de um caso isolado; é a fotografia instantânea de uma corporação que há décadas aceita dançar a valsa do crime organizado, desde que o cachê seja bom. A diferença é que, desta vez, o baile foi transferido para dentro do presídio. E o baile, como sabemos, sempre acaba em pancadaria. A polícia brasileira é uma grande família. Uma família trágica. Uma Mais ajuda...