
Tenente-coronel, Glock .40, banho e “suicídio”: por que a versão unilateral do marido não se sustenta no caso Gisele Alves Santana A morte da soldado da PM Gisele Alves Santana, 32 anos, no apartamento do tenente‑coronel Geraldo Leite Rosa Neto, no Brás, reúne todos os elementos clássicos de feminicídio maquiado como suicídio: relacionamento abusivo, mulher que queria separar‑se, arma do agressor, narrativa conveniente, cena contaminada e um início de tratamento institucional “higiênico” em favor do oficial. O enredo do oficial: o banho, o tiro e o helicóptero À luz dos elementos já divulgados em inquérito Mais ajuda...