
Neste GeriPills, partimos do caso do Sr. João (74 anos, libido baixa e testosterona matinal <300 ng/dL em duas coletas) para revisar, de médico para médico, como decidir sobre reposição de testosterona no idoso. Em linguagem direta, cobrimos: quando indicar (sintomas + duas dosagens baixas; considerar T livre), quando não repor (câncer de próstata/mama, Ht alto, AOS grave não tratada, evento CV recente), como prescrever (gel vs. IM; alvo no “meio do normal”) e monitorização prática (hematócrito, PSA, efeitos adversos). Discutimos benefícios mais prováveis (função sexual, anemia) e riscos relevantes (eritrocitose, FA/TEP), com base em diretrizes atuais e ensaios recentes. Pérolas rápidas: • Não trate o número: integre sintomas + duas T baixas. • DMO ↑ não significa menos fratura — trate osteoporose à parte. • Documente a conversa risco–benefício. 💡 Curte conteúdo aplicável? Acesse o GeriUpdates — casos clínicos semanais, curadoria de artigos, Clube de Revista e a GerIA, a IA em Geriatria do GeriClass. Assine o GeriUpdates https://lp.gericlass.com.br/geriupdates/