
A Polícia Federal concluiu, em inquérito encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, que o presidente Jair Bolsonaro (PL) cometeu incitação ao crime ao repassar informações falsas sobre a vacina contra a Covid-19, associando o imunizante ao HIV, além de ter relacionado falsamente a gripe espanhola à pneumonia. O presidente teria ainda estimulado a população a não usar máscara, medida que, à época, era obrigatória na maioria das unidades da Federação. No documento, a Polícia afirma ainda que, mesmo convocado para depor, o presidente não compareceu às oitivas. Além do crime, Jair Bolsonaro teria, supostamente, provocado alarme “anunciando perigo inexistente, ou praticar ato capaz de causar pânico ou tumulto”.