
O Pix por aproximação passou a exibir saldo disponível e limite da conta antes da confirmação de pagamentos. A novidade foi anunciada pelo Banco Central do Brasil e representa uma nova etapa da integração com o Open Finance, com foco em reduzir falhas de transações por falta de recursos no momento da compra. A atualização adiciona uma camada de transparência ao processo de pagamento por aproximação, que já vinha se consolidando no Brasil como alternativa aos cartões tradicionais. Agora, antes mesmo de encostar o celular na maquininha, o usuário poderá ter uma visão mais clara da sua capacidade financeira disponível. Segundo o Banco Central, a novidade faz parte de uma “jornada otimizada”, que reduz etapas no compartilhamento de informações entre instituições financeiras e carteiras digitais. Na prática, o usuário poderá autorizar o compartilhamento de dados como saldo e limite ao vincular sua conta em carteiras digitais ou ao ativar operações via Open Finance. PIB do Ceará cresce 1,93% e supera média nacional O PIB do Ceará registrou crescimento de 1,93% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. O dado foi divulgado pelo governador Elmano de Freitas, por meio das redes sociais, nesta terça-feira, e indica desempenho acima da média nacional no início deste ano. Segundo o chefe do Executivo estadual, o crescimento do PIB brasileiro no mesmo período foi de 1,80%, o que coloca o Ceará em posição de destaque no cenário econômico nacional. O resultado reflete a expansão de atividades econômicas no estado e reforça a percepção de um ambiente de maior dinamismo em setores produtivos, com impacto na geração de renda e atração de investimentos. SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio A partir de agosto, todas as crianças de 4 anos vão receber mais uma dose de reforço da vacina contra a poliomielite. Com isso, o SUS volta a oferecer o esquema que era feito até 2024, mas agora exclusivamente com a vacina injetável. Até aquele ano, todas as crianças recebiam três doses da vacina injetável, feita com o vírus inativado. E, posteriormente, duas doses de reforço com a vacina oral, de vírus enfraquecido, a famosa gotinha. No entanto, como em situações muito raras, o vírus atenuado da vacina oral pode sofrer mutações e provocar a doença, o Ministério da Saúde decidiu utilizar exclusivamente a vacina injetável, suprimindo a segunda dose de reforço.