
Esta semana trago-vos a história de Sebastião Hibon, um jovem de 29 anos que vive desde que nasceu com uma doença degenerativa, considerada em tempos terminal, mas que os avanços de medicina permitiram sobreviver até enfrentar um duplo transplante de pulmão. O Sebastião aceitou conversar comigo sobre como vivenciou a infância com a doença, como descobriu na adolescência novas limitações e como uma operação com risco de vida (e muitos efeitos secundários associados) podia ser a única salvação. Acompanhei à distância o crescimento do Sebastião e sempre tive curiosidade para conhecer melhor como lidou com as emoções fortes a que uma doença grave e um transplante te leva. A sua história inspirou-me e ensinou-me a valorizar ainda mais a simplicidade de respirar, espero que possam sentir o mesmo após o ouvirem. Para saberem mais sobre a Fibrose Quística, podem visitar o site da Associação Nacional da Fibrose Quística e até apoiar os seus projectos de ajuda aos doentes e às suas famílias.