
24ª pregação catequética em uma série de sermões na Confissão Belga. Sermão expondo o artigo 21 da Confissão Belga. Sermão pregado pelo pastor Elienai Batista no culto vespertino do dia 20 de setembro de 2026 na Igreja Reformada de Campinas. campinas.igrejareformada.org ARTIGO 21 — A satisfação de Cristo, nosso Sumo Sacerdote Cremos que Jesus Cristo foi confirmado por juramento para ser Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. Ele se apresentou em nosso lugar diante de seu Pai, aplacando-lhe a ira e satisfazendo-o totalmente pela oferta de si mesmo sobre o madeiro da cruz, onde verteu o seu precioso sangue para a purificação dos nossos pecados, conforme predisseram os profetas. Pois está escrito: “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”; “Como cordeiro foi levado ao matadouro”; “Foi contado com os transgressores” (Is 53.5,7,12) e condenado como um criminoso por Pôncio Pilatos, que no entanto havia antes declarado a sua inocência. Ele restituiu o que não havia roubado (Sl 69.4). Ele morreu, “o justo pelos injustos” (1Pe 3.18). Ele sofreu no corpo e na alma, sentindo o castigo terrível causado pelos nossos pecados e o “seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra” (Lc 22.44). Finalmente, ele exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27.46). Tudo isso ele suportou para o perdão dos nossos pecados. Portanto, dizemos, exatamente como Paulo, que nada sabemos “senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2). Consideramos “tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus” nosso Senhor (Fp 3.8). Encontramos consolo nas suas feridas e não temos necessidade de buscar ou de inventar qualquer outro meio de reconciliação com Deus, senão nesse único sacrifício, ofertado uma única vez, através do qual os que creem foram aperfeiçoados para sempre (Hb 10.14). Por isso, o anjo de Deus o chamou de Jesus, isto é, Salvador, “porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.21). “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.” (Hebreus 10.24)