
As fontes analisam a homocisteína como um biomarcador central e neurotóxico no Transtorno do Espectro Autista (TEA), relacionando seus níveis elevados à gravidade dos sintomas. O texto detalha como essa molécula prejudica o sistema nervoso ao mimetizar o glutamato e desequilibrar receptores essenciais, como o NMDA e o GABA-A, gerando hiperexcitabilidade e danos às sinapses. Além disso, as pesquisas destacam o papel da homocisteína no rompimento da barreira hematoencefálica via receptor mGluR5, facilitando a entrada de anticorpos e células inflamatórias no cérebro. O processo é agravado pelo estresse oxidativo e pela deficiência de micronutrientes como o folato e a vitamina B12, que impedem a neutralização desse composto. Por fim, as evidências apontam que a ativação de vias inflamatórias e a falha no bloqueio de magnésio resultam em neuroinflamação e perda de conectividade neural.