
Da sua vulnerabilidade fez força e foi depois de ser vítima de um crime sexual online que resolveu ser uma agente de mudança numa sociedade maioritariamente machista. Aos 21 anos, a Inês fundou a Associação Não Partilhes e começou a educar jovens e adultos sobre os riscos da partilha de informações pessoais ou conteúdos íntimos na internet. Além de sensibilizar, cumpre o papel de ombro amigo e ajuda jovens que passam pela mesma situação que passou, não só a proceder de forma legal, como a ultrapassar psicologicamente o problema.