
“Reúna a família, pois vou pronunciar minhas últimas palavras.” A cena é conhecida e, vamos combinar, rende risadas. Enquanto muitas mulheres seguem a rotina mesmo doentes, existe a ideia de que homens “sentem mais” quando ficam gripados. Mas será que isso é verdade? A chamada “gripe masculina” é real? Ou é uma construção cultural? Em um momento em que casos de doenças respiratórias aumentam no país, inclusive com decreto de situação de emergência em Belo Horizonte, nossa bancada feminina fala sobre a gripe 'sem gênero', sobretudo, sobre prevenção. Vacinação em dia, atenção aos sintomas e cuidado coletivo fazem toda a diferença. E aí vale a pergunta que sempre rende na bancada: na sua casa, quem vira “paciente terminal” com um espirro?