
Os posicionamentos religiosos tomaram conta dos debates políticos nas eleições deste ano, sobretudo no segundo turno. A discussão sobre o papel das religiões na escolha dos candidatos é grande, mas até quando a religião deve ser usada para garantir voto? Para compreender o motivo pelo qual o envolvimento da religião ganhou esta proporção neste cenário eleitoral, conversamos com Tayná Louise de Maria, historiadora doutoranda em história comparada e fundamentalismo cristão no Brasil na UFRJ, e Vera Araújo, jornalista e autora do livro ‘O plano Flor de Lis: bíblia, filhos e sangue’.