
A procuradora-geral da República interina, Elizeta Ramos, protocolou três ações no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender normas que restringem vagas para mulheres nos quadros das Forças Armadas. A ideia é que as mulheres concorram em 100% das vagas oferecidas nas seleções militares, garantindo mais representatividade e equidade no setor. Para debater o tema, convidamos Erika Kubik, cientista política e professora do MBA em Estudos Estratégicos e Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Yasmin Curzi, professora da FGV Direito Rio e coordenadora do Programa Diversidade e Inclusão da instituição.