
Entre 2012 e 2022, a quantidade de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi de 0,7% ao ano e a quantidade de pagamentos triplicou. Na tentativa de equilibrar as contas, uma nova reforma da Previdência seria o ideal? Para discutir essa e outras questões, recebemos Pedro Eduardo Spitzner, diretor adjunto do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP); Rogério Nagamine, doutor em economia, especialista em políticas públicas e gestão governamental e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); e Washington Barbosa, advogado especialista em direito previdenciário, mestre em direito das relações sociais e trabalhistas pelo Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) e CEO da WB Cursos.