
O Brasil pode ter até 22 reatores nucleares flutuantes até 2035. Essa é a projeção feita pela Rosatom, empresa estatal russa de energia atômica, que prevê a implantação de usinas flutuantes em regiões isoladas da Amazônia. Operados com sucesso no Ártico russo desde 2020, os pequenos reatores modulares (SMRs, na sigla em inglês) podem garantir eletricidade limpa, segura e estável onde o acesso à energia ainda é precário. Para discutir as possibilidades de cooperações bilaterais na área energética, convidamos Matheus Pereira, embaixador da Educação Nuclear da Rússia e conselheiro-chefe dos Compatriotas Russos no Brasil; e Francisco Rondinelli Junior, presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM, às 20h00.