
Segundo o IBGE, o Brasil tem uma população bem diversa: as mulheres representam 52% da população, os brasileiros que se declaram pretos e pardos são 54% e temos uma população LGBT+ estimada em 20 milhões de pessoas e 6,2% dos brasileiros têm algum tipo de deficiência. Mas, infelizmente, não conseguimos representar toda esta riqueza no mercado corporativo. Segundo o Instituto Ethos, 64,2% dos desempregados no Brasil são negros, apenas 19% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, e, de acordo com a pesquisa do International Business Report, dos 45 milhões de brasileiros com alguma deficiência, apenas 1% está empregado. Até agora não conquistamos a diversidade na publicidade por conta de processos e critérios ultrapassados e, por isso, esse é nosso job pra ontem: quais são os novos critérios e modelos de recrutamento que irão acelerar a entrada de negros, mulheres, LGBT+ e PCDs na indústria de comunicação? Pra resolver esse job contamos com Monique Evelle, Fundadora da Desabafo Social, Maira Reis, Fundadora da plataforma de recrutamento camaleao.co, Lisiane Lemos, TEDx Speaker , Especialista em Tecnologia e Forbes Under 30 e Gabe Maruyama, Diretora de Cena e parte do duo Angry.