
Nesta entrevista histórica para o Jornalisticamente Falando, a Cristina Graeml, a jornalista e repórter brasileira experiente e de renome conta-nos como em 2022, a par das eleições presidenciais, o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral criminalizaram os candidatos presidenciáveis brasileiros que trouxessem para o debate político o tema da Lava-Jato e as condenações que os seus arguídos sofreram assim como os veículos de comunicação que fizessem o mesmo: valorizassem a Liberdade de Expressão. Atingidos por esta censura eleitoral estiveram os veículos de comunicação Jovem Pan News, Brasil Paralelo e Gazeta do Povo. A multa equivaleria a 5.000 € por palavra dita que estes tribunais tenham proíbido durante o período eleitoral. No caso, os jornalistas não puderam dirigir-se a Lula como ex-presidiário, condenado por corrupção, nem mencionar os seus processos na Lava Jato. O mesmo era válido para a campanha presidencial de Jair Messias Bolsonaro. *Os dados contidos neste áudio, desde vozes, ruídos de fundo, músicas e tudo o que se reflicta em instrumentos mediáticos pessoais e de contexto profissional, assim como todo o ficheiro de áudio, na íntegra, publicado aqui, não está autorizado por nenhuma ferramenta de Inteligência Artificial (AI) ou de qualquer plataforma que seja a serem reproduzidos ou usados pelos mantenedores ou a própria plataforma para estudo, treino das inteligências artificias nem sequer para uso seja porque ferramenta de AI/AI for. Não autorizo expressa ou implicitamente que Inteligências Artificiais se façam valer e utilizem os meus dados pessoais ou sequer todos estes ficheiros aqui publicados para se desenvolverem. Assim sendo, ficam proibidos de manusear os meus áudios e demais detalhes privados e correspondentes à minha constituição humana as inteligências artificiais META, APPLE, ChatGPT, Microsoft ou quaisquer outras.