
Da Bolívia a Minas Gerais, da academia à pista de dança — Carlos Jáuregui, o Carlos Bolívia (@lacumbiaartificial), fala sobre como a cumbia se tornou um espaço de encontro entre latino-americanos e também uma forma divertida e afiada de fazer política. Músico, professor e parceiro do podcast @medoedelirioembrasilia, Carlos conta como nasceu a Cumbia Artificial, sua relação com a banda Atípica Llamas (@atipicallamas), a criação da versão cumbiera de “Pero no Jair” e como o ritmo colombiano foi reinventado em terras brasileiras. 💬 Falamos de identidade, bilinguismo, imigração, humor político, memes e da força cultural da América Latina — tudo com o swing inconfundível da cumbia. 🎥 Filme: Ya no estoy aquí Um retrato vibrante da cena cumbiera de Monterrey, no México, e das identidades migrantes entre México e Estados Unidos. Disponível em: https://www.netflix.com/title/81118557 📖 Livro: Cumbia: Scenes of a Migrant Latin American Music Genre — Pablo Vila & Héctor Fernández L’Hoeste Um estudo essencial sobre as viagens e transformações da cumbia pelas Américas, do Caribe colombiano aos EUA. Mais informações: https://www.dukeupress.edu/cumbia 🎶 Artista: Grupo Néctar Clássico grupo peruano de cumbia popular, referência para Carlos Bolívia e para gerações inteiras. Ouça em: https://open.spotify.com/artist/1wjG91dJKwhXIFfojklk6R 🎧 Banda: Atípica Llamas (@atipicallamas) Bloco e orquestra de cumbia de Belo Horizonte que une ritmos brasileiros e latino-americanos numa mistura poderosa. Ouça em: https://open.spotify.com/artist/4R5G4GzQEZOSQvsm3TETpB Você acha que a música pode ser uma forma de resistência política? Comenta e marca aquele amigo que precisa conhecer a cumbia! 🎶 Música gentilmente cedida por La Soleá 🎤 Voz da vinheta de abertura: Carol Romano 🛠️ Edição: Miriam Soares 🎸 Vinhetas do episódio: Jarabe de Palo