
A Gramática Tradicional — às vezes chamada de Gramática Normativa e estudada até hoje nas escolas — é um tema polêmico no meio acadêmico. Mas você sabia que a Gramática Normativa é baseada em textos literários e, a partir deles, registra as normas de um idioma? Contudo, uns dizem que ela não tem valor por não ser científica, enquanto outros a julgam por estar desatualizada. Existem, inclusive, aqueles que a chamam de elitista. Quais dessas críticas são válidas para um linguista, como nós e você? A Gramática Normativa continua tendo imensa importância nos estudos linguísticos? Saiba tudo isso e muito mais assistindo ao vídeo. ------------------------------------------------------------------------------- Se você gosta de linguística, o melhor lugar para você nos acompanhar é o Telegram. Lá, você receberá 100% dos conteúdos que publicarmos. Fora isso, é só lá que será enviado o link do Kahoot, quiz baseado neste episódio. Nosso Telegram: https://t.me/linguisticando Nossas redes sociais: https://linktr.ee/linguisticando REFERÊNCIAS: AUROUX, S. A revolução tecnológica da gramatização. Campinas, SP: UNICAMP, 1992. BECHARA, Evanildo. Ensino de gramática. Opressão? Liberdade?. 4ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1989 CASTILHO, A. T. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 DIONÍSIO. Tékhne Grammatikē. Séc. I a.C. In: CHAPANSKI, G. Uma tradução da Tékhne Grammatike, de Dionísio Trácio, para o português. Dissertação de mestrado em Letras. Curitiba, UFPR, Programa de Pós-graduação em Letras, 2003, p. 21-36. FOUCAULT, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. 8.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000 [1966]. KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 5.ed. São Paulo: Perspectiva, 1998 [1962]. NEVES, M. H. de M. Gramática dos usos do português. São Paulo: UNESP, 2000 [1999] PLATÃO. Diálogos: O banquete – Fédon – Sofista – Político. São Paulo: Abril Cultural, 1972. ROBINS, R. H. Pequena história da linguística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico; Brasília: INL, 1979. VIEIRA, Francisco Eduardo. A gramática tradicional: história crítica. 1ª ed. São Paulo: Parábola, 2018.