
Sou fruto da heresia, acidente social, banho de ironia e não sei ser banal; com o que parece absurdo flerto, um sonho absorto enxerto, não posso me “corrigir”, sei que ódio desperto, mas não consigo me reprimir; minha verdadeira alma, liberto irritantes, meus questionamentos ateus, ignoro as manias de tradições mortas sou a caligrafia de “Deus”, quando escreve sobre linhas tortas, nunca me concerto, por “polêmicas” sempre marcado, coberto; sou e serei todo errado enquanto a sociedade ditar o que é certo