
Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional. Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política. Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como eles são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta. Deste modo, buscamos trazer pros ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia. Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista três candidates antiproíbas do estado de Santa Catarina, que são: - Carla Ayres, que é cientista social e política e doutora pela UFSC. Atualmente, é vereadora de Florianópolis e é autora de projetos de lei sobre incentivo à pesquisas e distribuição de medicamentos à base de cannabis medicinal no SUS. Está candidata a deputada federal. - Zelize, que é trabalhadora do SUS há mais de 10 anos, boa parte deles na área da Saúde Mental, atuando com usuários de drogas. É organizadora da Marcha da Maconha Joinville desde 2016 e voluntária no Projeto Fique Legal de redução de riscos e danos em contexto de festas. Também é organizadora da batalha de rima Rimas do Ghetto e atua com eventos de políticas de drogas. Está candidata a Deputada Estadual. - Vini Lanças, que é formado bacharel em Ciências Sociais pela UEL, é mestre e doutor em Sociologia Política pela UFSC. É professor de Sociologia, ativista antiproibicionista e organizador da Marcha da Maconha Floripa. É um defensor da legalização da maconha no Brasil, da divulgação científica e da luta pela autonomia universitária. Está candidato a deputado federal. Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais. Confira! Apoia-se: apoia.se/cannabismonitor