
Eu me achava um amor de pessoa. Educado e de bem com todo mundo. Somente quando comecei a praticar a tolerância, a bondade desinteressada, e a honesta aceitação é que percebi o quanto eu era falso. Reparei o quanto eu era implacável contra quem não compartilhava das minhas ideias e aspirações. Rejeitava pessoas que mudavam de opinião e os chamava de traidores e fracos. Mas em recuperação eu aprendi que só as pessoas inteligentes é que mudam de opinião. Quem é burro permanece na teimosia até morrer. E não muda. Eu era realmente intolerante a quem quer que eu achasse idiota. E eram muitos... Quando minha mente foi se abrindo percebi que todos têm o direito de ser quem são. Que bom que eu não sou um deles, e que bom que eu não preciso entrar em controvérsia ou convencer ninguém de nada. Hoje vivo em harmonia com as diferenças. E isso me traz um enorme bem estar. A minha intolerância no fundo estava baseada no meu medo. E hoje tenho fé. Acredito que qualquer pessoa tem também seu próprio poder superior; ainda que não o tenha concebido. Deus é para todos que o queiram. E mesmo os que não estão conscientes disso; em algum momento vão ter um encontro espiritual, se abrirem um porquinho só suas mentes. Meditação para o dia: Gosto de conservar o pensamento de que quando damos um pequenino passo em direção a Deus; Deus em sua magnitude; vem correndo ao nosso encontro. Texto - S. B Quevedo do livro "Um dia de cada vez todos os dias" Narração - Christian Simon Edição - Antônio Leal Produção - Marta Lima © Videobes 2017