
A China planeja a produção em massa de robôs humanoides e calcula um mercado de 150 bilhões de dólares (cerca de R$ 736 bilhões) até 2035. Com o avanço, cada vez mais rápido, da tecnologia, qual será o papel da humanidade nos próximos anos? E no Brasil, como está essa corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial? É necessária alguma regulamentação, a fim de evitar o monopólio, como alertou o presidente russo, Vladimir Putin? Para entendermos esse cenário entrevistamos Alexandre Pacheco, professor de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Thomas Bellini Freitas, doutorando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coautor do livro "Direito e Inteligência Artificial: Em Defesa do Humano" e autor de "Inteligência Artificial e Responsabilidade Humana".