
Se em 2022 vivemos uma "nova onda rosa", com a ascensão de governos de esquerda, no ano seguinte a política pendeu para o outro lado. Javier Milei na Argentina, Santiago Peña no Paraguai e Daniel Noboa no Equador se tornaram presidentes. Como ficou o Peru após o impeachment do ex-presidente Pedro Castillo? Por que a nova Constituição do Chile ainda não foi aprovada? Por que líderes com viés de direita foram eleitos na região? Para entendermos essas movimentações, entrevistamos Flavia Loss, professora de relações internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Alberto Dias Mendes, sociólogo, historiador, professor da Centro Universitário Gama e Souza (Unigama) e pesquisador do Núcleo de Estudo das Américas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).