
Recentemente, o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, solicitou a contratação de médicos cubanos para atender regiões remotas do país. A decisão é alvo de críticas de associações da categoria, que consideram essa medida discriminatória. Essa postura do país revela uma dificuldade para a formação de profissionais na América Latina? Em contrapartida, no Brasil, há quem esteja buscando o curso de Medicina em universidades de países vizinhos. Por que há esse movimento? Para responder essas questões, conversamos com Alcides Silva de Miranda (@AlcidesSMiranda), médico e professor associado dos cursos de graduação e pós-graduação em saúde coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul , e com Maria Aparecida Webber (@mariawebber), antropóloga e doutoranda em Fluxos Migratórios Fronteiriços na Busca pela Formação Médica pela Unioeste e especialista em Relações Bilaterais Paraguai-Brasil pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana.